Mortalidade materna: Hospital Dona Regina aplica plano nacional para salvar gestantes

As novas diretrizes de atendimento focam na identificação precoce de riscos para evitar mortes que poderiam ser prevenidas.

Publicado em 26/05/2026, às 21:00

Atualizado há 1 mês

Mortalidade materna: Hospital Dona Regina aplica plano nacional para salvar gestantes
Secretaria da Saúde - SAUDE-TO

Quando você vai pegar a estrada com a família, a primeira coisa que faz é checar os freios, o óleo e os pneus para garantir que todo mundo chegue em segurança ao destino. Na saúde, o cuidado com as grávidas funciona de forma parecida.

Para garantir essa segurança na maternidade, o Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR) reuniu seu corpo técnico de ginecologia e obstetrícia nesta terça-feira, 27 de maio.

O objetivo do encontro foi acelerar a aplicação do plano baseado nos “10 Passos do Cuidado Obstétrico para Redução da Morbimortalidade Materna” (termo técnico para o adoecimento grave ou morte de gestantes).

Assim como um motorista atento segue as regras de trânsito para evitar acidentes na pista, os médicos e enfermeiros alinharam as melhores práticas de atendimento para identificar riscos na gestação de forma precoce. A ação conta com o apoio do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

Segundo Juliana Santos Simões, apoiadora institucional do IFF/Fiocruz, discutir esses processos com quem atende na ponta ajuda a garantir um tratamento no tempo certo para reduzir as mortes no parto.

Para o diretor-geral do HMDR, Fernando de Melo, o treinamento permanente da equipe multiprofissional é o caminho para assegurar que cada paciente receba um cuidado seguro e digno.

O que muda na prática

O hospital quer evitar mortes maternas que podem ser prevenidas ao integrar o trabalho de diferentes setores da unidade. O que muda é a aplicação de diretrizes nacionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para agilizar o socorro às pacientes de risco.

  • Foco do plano: Práticas assistenciais seguras e identificação rápida de riscos na gestação.
  • Público beneficiado: Gestantes e recém-nascidos atendidos na unidade de saúde.
  • Instituições parceiras: Ministério da Saúde e IFF/Fiocruz.

No fim das contas, a mobilização das equipes funciona como a revisão detalhada de um carro. Ela serve para que a chegada de uma nova vida seja apenas um momento de celebração, sem sustos pelo caminho.

Hospitais PúblicosSaúde da Mulher
Banner

Mais notícias

Política & Gestão